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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Musa do Flamengo Cris Lopez



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CENA DE MOTEL
                               
Ela estava esbanjando sensualidade com aquele espartilho vermelho, salto alto, o batom meio cor vinho e vermelho, aquele sorriso inocente que constratava com algo interno bem picante, ela iria provocando o agora homem, o menino nunca iria imaginar estar ali numa cama redonda e ao lado de um mulherão e de um monumento. Aquela coroa tinha um quê de diferente de todas outras que ele esteve.

Ela logo o abraçou arranhou suas costas como carta de apresentação aliado a isto trocavam os primeiros beijos tórridos, molhados, intensos, demorados, aliás, que beijos de romance. Uma cena daquelas de arrepiar logo os arranhões começaram a marca a pele daquele garoto, a loba não perdoou mordia o corpo dele e ele respondia com toques fortes, abraçava-a com maior volúpia, logo beijou seus seios como quem aprecia uma maçã proibida, ela começava a fazer caras e bocas de prazer.

Se amavam cobertos por uma cama redonda, pétalas vermelhas na cama formavam a letra H, Carlos era detalhista, o sexo não era só corporal, ele era imagético, tangível e intangível se mesclavam.

Tudo era pano de fundo, os ambientes sempre davam um toque adicional ao amor deles. Ele era um homem diferenciado, cheio de fantasias pediu para ela aquele dia começar um 69, esta posição era novidade, primeira vez que trocavam caricias orais ao mesmo tempo.

Ele queria começar a fazer coisas novas, experimentou propor um belo beijo grego.

Gostaria de explorar atrás, mas não sabia se ela gostava de anal, mas mesmo que não, poderia ela ser convencida com brincadeiras e preliminares menos doloridas.

Beijos atrás com chupadas fazia com que ela sentisse um prazer diferenciado, ela não comentou, fez segredo sobre a sua vida sexual anal, parecia que não era experiente.

O dedinho que na primeira vez fez contrações acontecerem na vagina, iriam preparar caminho para as pregas serem lá atrás violadas.

Ele sabia que o sexo anal era uma conquista incomparável, já amava o aperto da vagina, aquela bunda devia ter um buraco ainda mais apertado.

Ele ficou longos minutos entre carinhos com a língua e dedadas lá, Helena começava a dar gritos e parava em espasmos, retraia-se, empinava-se, e cada vez mais a dor das pregas começando a ceder e o dedo entrando mais fundo, algumas vezes dava um berro tão intenso que os outros quartos ouviam.

Algo dizia que quem passava na rua iria sentir pelo menos um dos barulhos escutados naquele quarto.

Parou após isso e a mandou posicionar-se de quatro na cama, ficou batendo uma enquanto observava aquelas ancas voluptosas.

Quando endureceu ao máximo coloco a camisinha de morango, passou um óleo lubrificante e um gel também no pênis já encapado e foi em direção a ela que dava pequenas reboladas, Helena sabia que relaxar era fundamental naquele momento.

Ele veio e logo se encaixou. Não conseguiu entrar de primeira, segunda nada, terceira quase, na quarta entrou um pouquinho e ela deu um espasmo acompanhado de um ui seus olhos e bocas descreviam uma dorzinha leve e intensa. Na quinta o tranco devassou a prega que restava e começou uma bumbada leve, aos poucos ele ia abraçando ela por trás enquanto forçava o pênis atrás da parceira, beijava o pescoço, dava alguns puxões leves no cabelo ia controlando os movimentos, nem parecia anal, mas aos poucos foi intensificando a entrada e saída primeiros barulhos de estocada...

Um ai, ui, ai, ui, delicia... eram palavras que aconteciam naquele instante, nada preparado ou planejado apenas mais um fato safado consumado.

Na hora que Carlos decidiu partir Helena no meio no mais gostoso  sentido seu pênis começou a entrar a 300 por hora ela começou a se debater na cama, morder o travesseiro, ele empurrava ela de um jeito que ela ficava de bruços na cama não estava mais de cócoras, os movimentos forçavam a entrada ir sendo cada vez mais profunda.

Ela sentia que não tinha mais força, só restava receber aquele pênis atrás, agüentar firme as estocadas, morder o travesseiro, pedir mais ou pedir em vão para parar...
Passaram-se trinta minutos um casal deitado de lado na cama exausto, aquilo ali era envolto por uma cama toda desarrumada, suores pingando, camisinha enxarcada na cabeceira e outra no chão. Era uma pornochanchada livre e moderna. Sem falarem nada dormiram naquele motel o resto da tarde.


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